Num mundo cada vez mais Globalizado, atualizar-se e tornar-se disponível e aberto aos novos conhecimentos e tecnologias, é mais que uma opção, é uma necessidade! Prof. Marcelo Castro
O mundo pós-americano (Uma novíssima "Ordem Mundial"?)
Como a globalização, impulsionada pelos Estados Unidos, está produzindo potências emergentes - que começam a mudar o equilíbrio político mundial Os americanos andam mal-humorados. Em abril, uma pesquisa revelou que 81% da população acredita que o país está “no caminho errado”. Nos 25 anos em que a pesquisa é feita, a resposta do mês passado foi, de longe, a mais negativa. Há razões para pessimismo – um pânico financeiro e a ameaça de uma recessão, uma guerra aparentemente infindável no Iraque e a ameaça do terrorismo. Porém, os fatos – índice de desemprego, número de execuções hipotecárias, mortes por terrorismo – não são tão ruins para explicar o mal-estar. A ansiedade brota de uma sensação de que forças poderosas e desagregadoras estão agindo no mundo. Em quase todos os aspectos da vida, padrões do passado estão sendo embaralhados. “Turbilhão é rei, tendo expulsado Zeus”, escreveu o dramaturgo grego Aristófanes há 2.400 anos. E – pela primeira vez na memória viva – os Estados Unidos não parecem liderar o ataque. Os americanos percebem que um novo mundo está nascendo, mas temem que ele esteja sendo formado em terras distantes e por povos estrangeiros. O prédio mais alto do mundo fica em Taiwan. A maior empresa do mercado acionário está em Pequim. A maior refinaria do mundo está sendo construída na Índia. O maior avião de passageiros é feito na Europa. O maior fundo de investimentos do planeta está em Abu Dhabi, e a maior indústria cinematográfica é Bollywood, Índia. Ícones americanos foram usurpados: a maior roda-gigante do mundo fica em Cingapura, o maior cassino está em Macau. Apenas duas das dez pessoas mais ricas do planeta são americanas. Essas listas são arbitrárias e um tanto tolas, mas há apenas dez anos os EUA teriam encabeçado quase todas. Esses factóides refletem um deslocamento de poder e atitudes. Nos EUA, ainda se debate o antiamericanismo. O mundo passou do antiamericanismo para o pós-americanismo.
I. O FIM DA PAZ AMERICANA
Na década de 1980, quando eu visitava a Índia – onde cresci –, a maioria dos indianos estava fascinada pelos EUA. Freqüentemente me perguntavam sobre... Donald Trump. Arrojado, rico e moderno, ele simbolizava a sensação de que, se você quisesse o maior e melhor de qualquer coisa, tinha de olhar para os EUA. Hoje, fora os personagens do mundo do entretenimento, não existe interesse comparável por personalidades americanas. Existem dezenas de empresários indianos mais ricos que Trump. Os indianos são obcecados por seus próprios bilionários vulgares. E esse recém-descoberto interesse em sua própria história ocorre em todo o mundo.
Considere o seguinte: em 2006 e 2007, a economia de 124 países cresceu mais de 4% ao ano. O economista Antoine van Agtmael, que cunhou o termo “mercados emergentes”, identificou 25 empresas que provavelmente serão as próximas grandes multinacionais. Brasil, México, Coréia do Sul e Taiwan têm quatro empresas cada um; Índia, três; China, duas; e Argentina, Chile, Malásia e África do Sul, uma cada um. É muito mais que a ascensão da China ou da Ásia. É a ascensão do resto – do resto do mundo.
Vivemos o terceiro grande deslocamento de poder da história moderna. O primeiro foi a ascensão do Ocidente, por volta do século XV, que produziu o mundo como o conhecemos hoje – ciência e tecnologia, comércio e capitalismo, as revoluções industrial e agrícola. O segundo ocorreu no fim do século XIX, com a ascensão dos EUA. Nos últimos 20 anos, o status americano de superpotência em todas as esferas passou praticamente incontestado. Durante essa “Pax Americana”, a economia global se acelerou drasticamente. E essa expansão é a mola propulsora por trás do terceiro grande deslocamento de poder – a ascensão do resto.
Militar e politicamente continuamos em um mundo unipolar. Mas, em todas as outras dimensões, a distribuição do poder está se distanciando do domínio americano. Isso produzirá uma paisagem bastante diferente, uma paisagem definida e dirigida a partir de muitos lugares e por muitos povos.
O mundo pós-americano é uma perspectiva inquietante para os americanos, mas não será definido pelo declínio dos EUA, e sim pela ascensão dos outros países. É o resultado de tendências dos últimos 20 anos que criaram um clima internacional de paz e prosperidade.
Eu sei. Não é o mundo que as pessoas percebem. Dizem que vivemos tempos perigosos. Terrorismo, Estados bandidos, proliferação nuclear, pânico financeiro, recessão, terceirização, imigrantes ilegais, tudo figura com destaque no discurso americano. A Al Qaeda, o Irã, a Coréia do Norte, a China e a Rússia, todos são ameaças. Mas, quão violento é o mundo realmente?
Uma equipe da Universidade de Maryland rastreia mortes causadas pela violência organizada. Os dados mostram que todos os tipos de guerra declinam desde meados da década de 1980 e que atualmente desfrutamos os níveis mais baixos de violência desde a década de 1950. As mortes resultantes do terrorismo têm aumentado. Mas um exame mais minucioso mostra que 80% dessas fatalidades são no Afeganistão e no Iraque, zonas de guerra – e os números totais permanecem pequenos. O polivalente professor de Harvard Steven Pinker arriscou-se a especular que provavelmente vivemos “na era mais pacífica da existência de nossa espécie”.
Por que não é essa a sensação? Parte do problema é a quantidade de informações. Os últimos 20 anos produziram uma revolução de informação que traz notícias e imagens de todo o mundo o tempo todo. A divulgação quase instantânea das imagens e a intensidade do ciclo noticioso de 24 horas se combinam para produzir uma constante tensão. Qualquer perturbação climática é “a tempestade da década”. Toda bomba que explode é NOTÍCIA EXTRAORDINÁRIA. E, como a revolução da informação é nova, estamos apenas começando a descobrir como colocar tudo dentro do contexto. O risco de morrer em um ataque terrorista para um americano é menor que morrer afogado na banheira. Mas a sensação não é essa.
As ameaças são reais. Os jihadistas islâmicos são um bando sórdido. Mas está cada vez mais claro que representam uma minúscula fração do 1,3 bilhão de muçulmanos do mundo. Eles podem causar danos muito reais. No entanto, os esforços dos governos do mundo puseram-nos para correr. Os jihadistas foram obrigados a se dispersar, operar em pequenas células e usar armas simples. Eles não têm sido capazes de atingir alvos grandes, especialmente os americanos. Então explodem bombas em cafés, mercados e estações de metrô. Ao fazer isso, matam habitantes locais e afastam muçulmanos comuns. Acompanhe as pesquisas de opinião pública. O apoio à violência caiu drasticamente nos últimos cinco anos nos países muçulmanos.
Desde o 11 de setembro, a Al Qaeda dirigida por Osama Bin Laden não foi capaz de desfechar um único ataque terrorista de grandes proporções no Ocidente ou em qualquer país árabe – seus alvos originais. O fato de terem sido silenciados por quase sete anos mostra que, na batalha entre governos e grupos terroristas, os primeiros não precisam se desesperar.
Alguns apontam para países como o Irã. Esses Estados bandidos constituem problemas reais, mas olhe o contexto. A economia americana é 68 vezes maior que a do Irã. Seu orçamento militar é 110 vezes o dos mulás. Não se compara aos perigos representados por uma Alemanha em ascensão na primeira metade do século XX ou uma União Soviética expansionista na segunda metade. Se hoje fosse 1938, o Irã seria a Romênia, não a Alemanha.
Outros pintam um mundo de ditadores em ação. A China, a Rússia e vários potentados petrolíferos estão ganhando força. Temos de nos engajar em uma luta maniqueísta que definirá o próximo século. Mas as potências ascendentes de hoje são relativamente benignas. No passado, quando os países enriqueciam, eles queriam se tornar potências militares, derrubar a ordem existente e criar seus próprios impérios. Mas, desde a ascensão do Japão e da Alemanha nas décadas de 1960 e 1970, eles optam por enriquecer dentro da ordem existente. A China e a Índia estão nessa direção.
Compare a Rússia e a China com o ponto em que estavam há 35 anos. Naquela época, ambas eram potências ameaçadoras, conspirando contra os EUA, financiando insurgências e guerras civis. Agora, os dois países estão mais integrados na economia global que em qualquer momento dos últimos cem anos. Qual é seu potencial para causar problemas? Os gastos militares da Rússia são da ordem de US$ 35 bilhões, ou 0,05% do que o Pentágono gasta. A China tem cerca de 20 mísseis nucleares que podem alcançar os EUA. Os americanos têm 830 mísseis que podem chegar à China. Quem deve se preocupar com quem?
II. AS BOAS NOTÍCIAS
Em julho de 2006, falei com um membro do governo israelense, pouco depois da guerra entre Israel e o Hezbollah. Ele estava genuinamente preocupado com a segurança do país. Então perguntei sobre a economia. “Isso nos deixou perplexos”, disse ele. “O mercado de ações estava mais alto no último dia da guerra que no primeiro!” O governo estava assombrado, mas o mercado não.
A Guerra do Iraque produziu um caos. Mais de 2 milhões de refugiados se amontoaram em países vizinhos. Mas, ao viajar pelo Oriente Médio nos últimos anos, me dei conta de quão pouco os problemas do Iraque desestabilizaram a região. As pessoas denunciam furiosamente a política externa dos EUA. Mas os vizinhos do Iraque – Turquia, Jordânia e Arábia Saudita – desfrutam de uma prosperidade sem precedente. Os países do Golfo estão modernizando suas economias e sociedades. Há pouca evidência de instabilidade e fundamentalismo.
Pela primeira vez na história, a maioria dos países do mundo pratica uma economia sensata. Os resultados são claros. A porção de pessoas que viviam com US$ 1 por dia despencou de 40%, em 1981, para 18% em 2004. A pobreza está em declínio em países que abrigam 80% da população mundial. A economia global mais que dobrou nos últimos 15 anos! O comércio global cresceu 133% no mesmo período. A expansão do bolo econômico global se tornou a força dominante. Guerras, terrorismo e conflitos causam rupturas temporárias, mas eventualmente são dominados pelas ondas da globalização. Essas circunstâncias podem não durar, mas vale a pena compreender a aparência do mundo nas últimas poucas décadas.
III. UM NOVO NACIONALISMO
Evidentemente, o crescimento global também é responsável por problemas. Ele produziu toneladas de dinheiro. A combinação de uma inflação baixa e muito dinheiro significou baixas taxas de juros, e isso fez com que as pessoas agissem gananciosa e/ou estupidamente. Então, testemunhamos uma série de bolhas. O crescimento também explica a disparada dos preços de commodities. Quase todas as commodities estão numa alta recorde de 200 anos. Os alimentos, que há algumas décadas corriam risco de sofrer um colapso de preços, estão numa assustadora alta. Nada disso se deve a uma diminuição de abastecimento. É a crescente demanda global que inflaciona os preços. O fato de mais e mais pessoas comerem, beberem, lavarem, dirigirem, consumirem terá efeitos sísmicos no sistema global. Podem ser bons problemas, mas são problemas.
O efeito mais imediato é o surgimento de novos motores econômicos. Nos últimos séculos, os países mais ricos do mundo têm sido muito pequenos em termos de população. A Dinamarca tem 5,5 milhões de habitantes, os Países Baixos 16,6 milhões. Os EUA são o maior do grupo e dominaram o avançado mundo industrial. Outros gigantes, porém – China, Índia e Brasil –, têm sido incapazes ou relutantes em se juntar às economias funcionais. Agora estão se mexendo e, dadas suas dimensões, deixarão uma grande pegada no mapa do futuro. Mesmo que as pessoas nesses países continuem relativamente pobres, como nações sua riqueza total será maciça. Qualquer número multiplicado por 2,5 bilhões (a soma das populações da China e da Índia) torna-se um número muito grande.
A ascensão da China e da Índia é apenas a manifestação mais óbvia de um mundo em ascensão. Em dezenas de países grandes, podem-se ver uma economia ascendente, uma cultura vibrante e um crescente orgulho nacional. Esse orgulho pode se transformar em algo mais feio. Para mim, isso ficou vivamente ilustrado há alguns anos quando conversava com um jovem executivo chinês em Xangai. Ele trajava roupas ocidentais, falava inglês e estava imerso na cultura pop. Era um produto da globalização. Até começarmos a falar sobre Taiwan, o Japão e os EUA. Suas respostas eram cheias de s paixão, belicosidade e intolerância. Senti-me na Alemanha de 1910, falando com um jovem alemão, que teria sido igualmente moderno e nacionalista.
Perspectivas nacionais divergentes sempre existiram. Mas hoje, graças à revolução da informação, elas são amplificadas, repetidas e disseminadas. O resultado é que o “resto” agora está dissecando as suposições e narrativas do Ocidente e fornecendo opiniões alternativas. Um jovem diplomata chinês me disse em 2006: “Quando vocês nos dizem que apoiamos uma ditadura no Sudão para ter acesso a seu petróleo, pergunto qual a diferença para seu apoio a uma monarquia medieval na Arábia Saudita? Nós vemos a hipocrisia, só não dizemos nada – ainda”.
Como conseguir que um mundo de muitos atores trabalhe em conjunto? Os mecanismos tradicionais de cooperação internacional estão desgastados. O Conselho de Segurança da ONU tem como membros permanentes os vencedores de uma guerra que acabou há mais de 60 anos. O G8 não inclui a China, a Índia ou o Brasil – as três grandes economias que mais crescem no mundo – e mesmo assim alega representar os propulsores da economia mundial. As únicas soluções que funcionarão serão as que envolverem muitas nações.
IV. O PRÓXIMO SÉCULO AMERICANO
Muitos olham para este mundo emergente e concluem que os EUA já passaram por seus dias de glória. Mas, nos últimos 20 anos, os EUA se beneficiaram maciçamente da globalização. O país desfrutou de um crescimento robusto, baixos índices de desemprego e inflação, e recebeu centenas de bilhões de dólares em investimentos. Suas empresas entraram em novos países e indústrias com grande sucesso, usando cadeias de abastecimento e tecnologia globais para permanecer na vanguarda da eficiência.
Atualmente, os EUA figuram como a economia mais competitiva do globo, segundo o Fórum Econômico Mundial. Suas universidades são as melhores do mundo. Em 2004, a Fundação Nacional de Ciências afirmou que 950 mil engenheiros se formaram na China e na Índia, enquanto apenas 70 mil se graduaram nos EUA. Se você excluir os mecânicos e técnicos de carros, que são contados como engenheiros nas estatísticas chinesas e indianas, os números assumem um aspecto bem diferente. Os EUA treinam mais engenheiros per capita que qualquer gigante asiático.
Mas o segredo oculto dos EUA é que a maioria desses engenheiros é imigrante. Estrangeiros e imigrantes compõem quase 50% dos pesquisadores no país. Em 2006, eles receberam 40% dos ph.Ds. Quando esses graduados se instalam no país, criam oportunidade econômica. Metade das novas empresas no Vale do Silício tem um fundador imigrante ou um americano de primeira geração. O potencial para um novo impulso da produtividade americana não depende de nosso sistema educacional ou dos gastos com pesquisa e desenvolvimento, mas de nossas políticas de imigração. Se essas pessoas tiverem permissão e forem encorajadas a ficar, a inovação acontecerá aqui. Se partirem, elas a levarão junto.
Essa é a grande – e potencialmente insuperável – força dos EUA. O país continua sendo a sociedade mais aberta e flexível do mundo. O país prospera com a fome e a energia de imigrantes pobres. Diante das novas tecnologias de companhias estrangeiras, ou dos mercados em expansão no exterior, ele se adapta e ajusta. Quando você compara esse dinamismo com as nações fechadas e hierárquicas que no passado foram superpotências, sente que os EUA são diferentes e que podem não cair na armadilha de se tornarem ricos, gordos e preguiçosos.
A sociedade americana pode se adaptar a este novo mundo. Mas o governo americano consegue? O paroquialismo americano está particularmente evidente na política externa. Economicamente, à medida que outros países crescem, todo mundo ganha. Mas a geopolítica é uma luta: à medida que outras nações se tornam mais ativas, elas buscam maior liberdade de ação. Isso implica que a influência dos EUA declinará. Em vez de ficar obcecados com seus interesses de curto prazo, a prioridade americana deveria ser trazer as forças emergentes para o sistema global. Se a China, a Índia, a Rússia e o Brasil sentirem que participam da ordem global, haverá menos perigo de guerra, depressão, pânicos e colapsos.
Os americanos – especialmente o governo americano – não entenderam de fato a ascensão do resto. É um dos acontecimentos mais emocionantes da História. Bilhões de pessoas escapando da pobreza abjeta. O mundo será enriquecido e enobrecido à medida que elas se tornarem consumidores, produtores, inventores, pensadores, sonhadores, fazedores. Tudo isso está acontecendo por causa de idéias e ações americanas. Durante 60 anos, os EUA incentivaram países a abrir seus mercados, a liberar suas políticas, a abraçar o comércio e a tecnologia. Justamente quando eles começam a fazê-lo, estamos perdendo a fé nessas idéias. Ficamos desconfiados do comércio, da abertura, da imigração e do investimento porque agora não se trata de americanos indo para o exterior, mas de estrangeiros indo para os EUA. Daqui a algumas gerações, quando os historiadores escreverem sobre esses tempos, poderão notar que, na virada do século XXI, os EUA tiveram sucesso em sua grande histórica missão – globalizar o mundo. Não queremos que eles escrevam que ao longo do caminho os próprios EUA esqueceram de se globalizar.
(texto extraído de Fareed Zakaria)
Como estudar em casa
1º Xô preguiça, ela não te ajuda em nada
2º criar uma rotina de estudos (1 ou 2 horas diárias)
3º definir o que vc vai estudar
4º nunca estude de última hora
5º sempre escreva (resumo, tópicos, etc) o que vc está estudando
6º releia quantas vezes for necessário seu estudo
7º se puder, grave o que está estudando e ouça em seu MP3
Boa sorte!
Exercícios da cúpula das américas
2) Quais os objetivos de se formar uma cúpula?
3) Quando e onde ocorreu a 5ª cúpula das américas?
4) Qual o papel do Brasil enquanto membro atuante da cúpula das américas?
5) Porque Cuba não integra a cúpula das américas?
Cúpula das Américas

A Cúpula das Américas
é uma cúpula desenvolvida no dia 9 de dezembro de 1994, em Miami, nos Estados Unidos, que fez os Acordos de Comércio para todos os países americanos, exceto Cuba. Segundo os Estados Unidos, Cuba derrubaria todos os planos e projetos da ALCA em seu país.
Esse acordo prevê uma união, no contexto global, de praticamente todos os países da América, que procuram estreitar caminhos de uniões comerciais entre si e o desenvolvimnto dos países como Argentina, Bahamas, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, México, Paraguai, Venezuela e outros países da América, com acordos de diminuição alfandegária de preços e entre outros.
- Primeira Reunião de Cúpula das Américas – dezembro de 1994, Miami, Estados Unidos da América.
Marcou o início de uma nova era no Hemisfério, e a comunidade interamericana decidiu estabelecer encontros periódicos para discutir uma agenda comum. Um dos principais acordos foi reunir esforços para a criação da Área de Livre Comércio das Américas (ALCA).
- Cúpula das Américas para o Desenvolvimento Sustentável – dezembro de 1996,Santa Cruz de la Sierra, Bolívia. Dando prosseguimento aos temas discutidos durante a “Rio 92”, esse forum especializado definiu metas para o desenvolvimento sustentável, debatendo temas sociais, econômicos e referentes ao meio ambiente.
- Segunda Reunião de Cúpula das Américas – abril 1998, Santiago, Chile. Educação foi o tema central do evento, mas os líderes também definiram metas no que diz respeito ao fortalecimento da democracia, justiça e direitos humanos, promoção, integração e livre comércio, erradicação da pobreza e da discriminação.
- Terceira Reunião de Cúpula das Américas – abril de 2001, Quebec, Canadá. Um dos assuntos principais foi a criação da Carta Democrática Interamericana para o fortalecimento e proteção da democracia. A Carta Democrática foi adotada em 11 de setembro de 2001.
- Reunião Especial de Cúpula das Américas – Janeiro de 2004, Monterrey. A Cúpula Interina foi convocada para a inclusão de novos líderes no processo, assim como para a definição de objetivos concretos em grandes grandes áreas: crescimento econômico para redução da pobreza, promoção do desenvolvimento social e fortalecimento dos governos democráticos.
- Quarta Reunião de Cúpula das Américas – novembro de 2005, Mar del Plata, Argentina.
- Quinta Reunião de Cúpula das Américas – abril de 2009, Port of Spain, Trinidad e Tobago.
Antígua e Barbuda;
Argentina;
Bahamas;
Barbados;
Belize;
Bolívia;
Brasil;
Canadá;
Chile;
Colômbia;
Costa Rica;
Dominica;
Estados Unidos da América;
El Salvador;
Equador;
Granada;
Guatemala;
Guiana;
Haiti;
Honduras;
Jamaica;
México;
Nicarágua;
Panamá;
Paraguai;
Peru;
República Dominicana;
Santa Lúcia;
São Cristóvão e Nevis;
São Vicente e Granadinas;
Suriname;
Trinidad e Tobago
Uruguai;
Venezuela.
Questões de Relevo - 1º ANO
a) formação de uma restinga
b) ocorrência de uma fossa tectônica.
c) concentração de águas pluviais.
d) ocorrência de uma barragem natural num rio.
e) n.d.a.
02. (PUCC) Os recifes de arenito resultam da:
a) acumulação de esqueletos de minúsculos animais marinhos.
b) consolidação de dunas e restingas.
c) acumulação de restos calcários de celenterados.
d) consolidação das areias de antigas praias.
03. (PUCC) Sobre as ilhas oceânicas brasileiras, podemos afirmar que:
a) São pontos avançados da meteorologia brasileira.
b) São ilhas com reservas minerais consideráveis.
c) Predominam as rochas vulcânicas cenozóicas.
d) Predominam as formações coralígenas.
e) n.d.a.
04. (UNIFENAS) Com uma extensão de 7 408 km e banhado pelo Atlântico, o litoral brasileiro pode ser assim caracterizado, exceto:
a) um litoral extenso e pouco recortado;
b) um litoral rico em acidentes geográficos, favorável à implantação de portos marítimos de pequena e grande capacidade;
c) os tipos de costas mais comuns são as praias, falésias, barreiras, os mangues e as dunas;
d) um litoral rico em praias, sempre baixo e muito recortado;
e) as correntes marítimas quentes que banham o litoral são das guianas (litoral norte) e brasileira (litoral leste e sul).
05. (FUND. OSWALDO CRUZ) O litoral setentrional do Brasil caracteriza-se por possuir:
a) costas altas
b) manguezais e praias com dunas
c) recifes e costas baixas
d) costas com barreiras e falésiase) arrecifes
06. (FMTM) No litoral brasileiro, os costões abruptos recebem o nome de:
a) barcanas
b) restingas
c) tombolis
d) falésias
e) mamelões
07. (FUVEST) A existência de extensas áreas secas localizadas nas costas ocidentais dos continentes em latitudes vizinhas a ambos os trópicos é determinada, essencialmente, pela:
a) dinâmica atmosférica controlada pela zona de convergência intertropical;
b) presença de áreas de baixa pressão atmosférica;
c) alternância entre massas polares e equatoriais em tais latitudes;
d) presença de correntes marítimas quentes ao longo dos litorais;
e) presença de correntes marítimas frias ao longo dos litorais.
08. (FUVEST) Da ação de solapamento realizado pelas ondas do mar na costa brasileira resulta uma forma de relevo escarpado, que se apresenta, geralmente, mais vertical nas formações sedimentares que nas cristalinas. São:
a) os tômbolos.
b) os pães-de-açúcar.
c) as falésias.
d) os canyons.
e) os fiords.
09. (FEI) No Sudeste Ocidental do Brasil, a decomposição de rocha vulcânica do tipo basáltico originou um solo típico de regiões onde se cultiva café, conhecido como:
a) látex;
b) arenoso;
c) pantanal;
d) terra roxa;
e) calcário.
10. (UNIFENAS) Podemos considerar agentes internos e externos do Globo Terrestre respectivamente:
a) Tectonismo e intemperismo.
b) Vento e vulcanismo.
c) Águas correntes e intemperismo.
d) Vento e águas correntes.
e) N.d.a.
EXERCÍCIOS da Nova Ordem Mundial
02) Relacione o fim da URSS e a nova ordem mundial?
03) Qual o papel dos EUA na nova ordem mundial?
04) Quais seriam as características da nova ordem mundial?
05) Cite três blocos econômicos:
Da Velha Ordem para a Nova Ordem

Da Velha Ordem para a Nova Ordem
"A ordem internacional da Guerra Fria refletiu-se em um modelo teórico e didático de apreensão do espaço mundial. Esse modelo fundado na subdivisão do globo nos "três mundos" dos livros de geografia apoiava-se em realidades que entraram em colapso.
A nova ordem mundial implica a revisão dos conceitos tradicionais que, por décadas, serviram para explicar a organização geopolítica e geoeconômica do espaço mundial.
Hoje, no mundo multipolar do pós-Gerra Fria, o poder é medido por pela capacidade econômica - disponibilidade de capitais, avanço tecnológico, qualificação da mão-de-obra, nível de produtividade e índices de competitividade.
Outro importante aspecto da nova ordem é o aprofundamento da tendência de globalização em suas vérias facetas. Essa tendência acontece tanto em âmbito regional, quanto mundial, com o fortalecimento de blocos econômicos supranacionais.
A globalização nada mais é do que uma ferramenta nova da expansão capitalista. Pode-se afirmar que a globalização está para o atual período científico-tecnológico, assim como o colonialismo eteve para a sua etapa comercial, ou o imperilismo para o final da fase industrial.
A globalização trata-se de uma expansão que visa aumentar os mercados e, portanto, os lucros, que movem os capitais produtivos e especulativos. Agora a invasão não é mais armada, feita com tropas é muito mais sutil e eficaz. Trata-se de uma invasão de mercadorias, capitais, serviços, informações, pessoas. As novas armas são a agilidade e a eficiência das comunicações, da informática, dos airbus.
A invasão de agora é, muitas vezes, instatânea, online, via redes mundiais de computadores, que interliga as bolsas de valores ou de capitais especuladores de curto prazo, com grande velocidade, em busca de marcados mais interessantes.
É fato que a nova ordem acabou com o perigo de uma III Guerra Mundial. Mas os problemas e as contradições, tanto do capitalsimo, quanto do socialismo, que eram deixados em segundo plano, passaram a a aflorar, chamando a atenção de todo.
Desigualdades sociais e regionais, sentimentos xenófobos, desemprego, agressão ao meio ambiente, conflitos religiosos e étinicos.
Assim, o que se precebe é que, com o fim da Guerra Fria, muitas tensões e conflitos, que estavam latentes, vieram à tona.
É importante ficar claro que a nova ordem mundial é a constituição de uma novo arranjo geopolítico e econômico no plano internacional, e não um novo mundo no qual impere a ordem, a estabilidade, o respeito às minorias. A nova ordem mundial, não significa um mundo de paz, mas está muito longe disto.
A Nova Ordem Mundial

A Nova Ordem Mundial
O deslocamento da natureza do poder dos arsenais nucleares e convencionais para a eficácia, produtividade e influência das economias constituiu um dos mais notáveis fenômenos que acompanharam a dissolução da ordem da Guerra Fria.
A multipolaridade do poder global substituiu a rígida geometria bipolar do mundo do pós-guerra. A internacionalização dos fluxos de capitais e a integração dos fluxos de capitais e a integração das economias nacionais atingiram um patamar inédito. Como conseqüência, os pólos de poder da nova ordem mundial apresentam contornos supranacionais. Delineiam-se megablocos econômicos organizados em torno das grandes potências do fim do século.
Na América do Norte, constitui-se a Nafta, polarizada pelos Estados Unidos.
Na Europa, a Alemanha unificada funciona com eixo de ligação entre o leste e o oeste do continente.
No Pacífico, o Japão centraliza uma vasta área de influência.
A dissolução do Segundo Mundo expressa na transição para a economia de mercado na antiga União Soviética e Europa oriental suscita questões cujas respostas somente aparecerão nos próximos anos. A geometria do poder europeu depende ainda do desenvolvimento das relações econômicas e políticas entre a Alemanha unificada e a Rússia pós-comunista. Essas relações podem conduzir ao deslocamento do eixo de poder europeu para o segmento da reta Berlim-Moscou, que se tornaria o sucessor do velho triângulo Londres-Paris-Bonn. As reformas econômicas chinesas apoiadas sobre o alicerce do poder monolítico comunista - representam uma reorganização radical do espaço do leste asiático. Os crescentes investimentos dos chineses de Formosa, dos coreanos do sul e dos japoneses no território continental da China assinalam a integração de Pequim à esfera econômica polarizada por Tóquio. Os indícios de retomada das relações políticas e diplomáticas entre Japão e China abrem a possibilidade da emergência de um poderoso bloco supranacional asiático.
O Terceiro Mundo funcionou, por muito tempo, como um conceito crucial na reflexão e na prática didática da geografia. Ele representou uma tentativa de cartografar a pobreza, definindo seus contornos em escala global. A nova ordem mundial assinala a fragmentação do Terceiro Mundo em espaços periféricos, que tendem a se integrar marginalmente aos megablocos econômicos.
Os "Dragões Asiáticos" e os países pobres da Ásia meridional funcionam como áreas de transbordamento dos capitais japoneses.
A Europa do leste e do sul, bem como a África do norte, associa-se ao núcleo próspero da Europa centro-ocidental.
A América Latina entrel
aça seu destino ao da América do Norte.A nova ordem mundial ergueu-se sobre uma revolução tecnocientífica que reorganiza o alocamento dos capitais no espaço geográfico. A crise das velhas regiões urbanas e industriais desenvolve-se paralelamente à emergência de eixos de crescimento econômico apoiado em novas tecnologias industriais, nas finanças e nos serviços. Nesse movimento, a pobreza dissemina-se por toda a superfície do globo, avançando sobre as fronteiras do Primeiro Mundo e instalando-se no coração dos Estados Unidos e da Europa ocidental. No mundo todo, microespaços de prosperidade convivem com cinturões envolventes de pobreza e desemprego. Vastas regiões da África Subsaariana, América Latina e Ásia meridional conhecem as tragédias associadas à miséria absoluta. A nova ordem mundial não é mais estável ou segura que a ordem da Guerra Fria. Se o espectro da catástrofe nuclear parece ter sido afastado, novos demônios tomaram-lhe o lugar. A emergência dos nacionalismos e da hostilidade étnica, o ressurgimento do racismo e da xenofobia e a multiplicação dos conflitos localizados evidenciam a componente de instabilidade introduzida pela decadência das velhas super-potências. O século vindouro não promete um mundo melhor para se viver que o século que se encerra".
Magnoli. Demétrio. O Novo Mapa do Mundo. Ed. Moderna, Coleção Polêmica. 1993.
Fim da Guerra Fria

A Era Gorbachev - e o fim da Guerra Fria (1985-1991)
Mudanças na Europa após 1989, incluindo a reunificação alemã
Depois da de Brezhnev, a União Soviética teve duas rápidas governanças (Yuri Andropov e Konstantin Tchernenko), mas estes morreram pouco tempo depois de chegar ao cargo político máximo. Seguinte a Tchernenko, foi eleito Mikhail Gorbatchov, cuja plataforma política defendida era a necessidade de reformar a União Soviética, para que ela se adequasse à realidade mundial. Em seu governo, uma nova geração de políticos tecnocratas - que vinham ganhando espaço desde o governo Khrushchov - se firmou, e impulsionou a dinâmica de reformas na URSS e a aproximação diplomática com o mundo ocidental.
[editar] Perestroika e Glasnost
Gorbatchev, embora defensor de Karl Marx, defendeu o liberalismo econômico na URSS como a única saída viável para os graves problemas econômicos e sociais. A União Soviética, desde o início dos anos 70, passava por grande fragilidade, evidenciada na queda da produtividade dos trabalhadores, a queda da expectativa de vida e, finalmente, o acidente nuclear de Chernobil em 1986, evento que mostrou a deficiência pela qual a URSS passava.
Frente a estes problemas, Mikhail Gorbachev aplicou dois planos de reforma na URSS: a perestroika e a glasnost.
Perestroika: série de medidas de reforma econômicas. Para Gorbatchev, não seria necessário erradicar o sistema socialista, mas uma reformulação deste seria inevitável. Para tanto, ele passou a diminuir o orçamento militar da União Soviética, o que implicou em diminuição de armamentos e a retirada das tropas soviéticas do Afeganistão.
Glasnost: a "liberdade de expressão" à imprensa soviética e a transparência do governo para a população, retirando a forte censura que o governo comunista impunha.
A nova situação de liberdade na União Soviética possibilitou um afrouxamento na ditadura que Moscou impunha aos outros países. Pouco a pouco, o Pacto de Varsóvia começou a enfraquecer, e cada vez mais o Ocidente e o Oriente caminhavam para vias pacíficas. Em 1986, Ronald Reagan encontrou Gorbatchev em Reykjavík, Islândia, para discutir novas medidas de desarmamento dos mísseis estacionados na Europa.
[editar] O desalinhamento das repúblicas orientais
O ano de 1989 viu as primeiras eleições livres no mundo socialista, com vários candidatos e com a mídia livre para discutir. Ainda que muitos partidos comunistas tivessem tentado impedir as mudanças, a perestroika e a glasnost de Gorbachev tiveram grande efeito positivo na sociedade. Assim, os regimes comunistas, país após país, começaram a cair. A Polônia e a Hungria negociaram eleições livres (com destaque para a vitória do partido Solidariedade na Polônia), e a Tchecoslováquia, a Bulgária, a Romênia e a Alemanha Oriental tiveram revoltas em massa, que pediam o fim do regime socialista. O ponto culminante foi a queda do Muro de Berlim em 9 de Novembro de 1989, que pôs fim à Cortina de Ferro e, para alguns historiadores, à Guerra Fria em si.
Finalmente, a sublevação dos países orientais causou comoção entre os povos bálticos. Os três países bálticos (Estônia, Letônia e Lituânia) haviam sido invadidos e anexados pela URSS, e seus cidadãos agora pediam a independência. Seguinte a eles, outras repúblicas da União Soviética pediam eleições livres, com mais partidos políticos.
Esta situação repentina levou alguns conservadores da União Soviética, liderados pelo General Guenédi Ianaiev e Boris Pugo, a tentar um golpe de estado contra Gorbatchov em Agosto de 1991. O golpe, todavia, foi frustrado por Boris Iéltsin. Mesmo assim, a liderança de Gorbatchov estava em decadência e, em Setembro, os países bálticos conseguiram a independência. Em Dezembro, a Ucrânia também se tornou independente. Finalmente, no dia 31 de Dezembro de 1991, Gorbatchov anunciava o fim da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, renunciando ao cargo que ocupava e ao seu sonho de ver um mundo socialista.
Exercícios de Escala
A *_____5,2cm__________*B_____2,8cm___*C
distância real entre A-B = 740 Km
02 - Para quê serve a escala?
03 - Apresente as distânciais reais em Km, das questões abaixo:
A-B = 2,8 cm C-D = 3,5 cm E-F = 4,6 cm
Escala = 1:35000
04 - Dê a escala e as distâncias reais em Km dos lugares abaixo:
X *_____5,2cm__________*Y_____2,8cm___*Z
distância real entre Y-Z = 640 Km
05 - Apresente as distânciais reais em Km, das questões abaixo:
A-B = 3,8 cm C-D = 4,5 cm E-F = 2,6 cm
Escala = 1:280000
EXERCÍCIOS DE CARTOGRAFIA
02 - O que é uma Legenda?
03 - Conceitue escala, dando dois exemplos:
04 - Qual a distância real em Km, entre duas cidades, cuja distância no mapa de escala 1:670000, é de 2,6cm?
05 - Qual a distância real em Km, entre duas cidades, cuja distância no mapa de escala 1:75000, é de 4,3cm?
06 - Se a distância real entre duas cidades é de 350Km, e a distãncia no mapa é de 2,5cm, qual é a escala numérica do mapa?
Por onde começar?
Espero que aproveitem, mandem dúvidas ou sugestões para: mcastrogeo@gmail.com
EXERCÍCIOS SOCIEDADE
02 - De uma forma geral, vivemos numa sociedade consumista e isso prejudica o meio ambiente. Explique como isso acontece e como podemos evitar a destruição da natureza:
03 - Como podemos conceber as desigualdades sociais brasileiras sob a ótica de uma possível luta de classes?
04 - Como podemos relacionar a política de cotas empregadas nas universidades federais brasileiras, com a desigualdade na distribuição da riqueza em nosso país?
05 - Cite e explique como funcionam os três poderes que administram nosso país?
EXERCÍCIOS DE MASSAS DE AR e TIPOS DE CHUVAS
01 - Cite e descreva as três principais massas de ar que atuam no Brasil:
02 - Descreva dois tipos de chuvas e explique seu funcionamento:
03 - Faça um breve histórico sobre as constantes inundações que ocorrem nos municípios de Vitória e Vila Velha durante os meses de verão com destaque para suas causas e consequências:
04 - Como se constrói e analisa um climograma?
05 - Dê as principais características dos tipos de chuvas que ocorrem no ES:
EXERCÍCIOS DE INTROD. A GEO E FUSO HORÁRIO
2) Como Podemos nos orientar pela natureza?
3) Se em Brasília são 19h, que horas serão em: Vitória:______ Rio Branco:____ Fernando de Noronha:____
4) Justifique a afirmativa de que a cada 15º temos 01 fuso:
5) Quais são os parâmetros necessários para se fazer funcionar um GPS?
6) Se em Manaus são 10h, que horas serão em: Vitória:______ Rio Branco:____ Fernando de Noronha:____]
7) Um senador embarcou num vôo as 19h. do dia 15, numa cidade (X) a 46º E, com destino a uma cidade (Y) a
67ºW, se o vôo durar 4h. Quando chegaria a seu destino?
EXERCÍCIOS GEOPOLÍTICA MUNDIAL
OBS.: A União Soviética foi composta por diversas Repúblicas Socialistas, também denominadas Repúblicas Soviéticas ou Repúblicas da União.
2) A disputa entre as duas MAIORES POTÊNCIAS mundiais expressavam um dos momentos Geopolíticos mais tensos da história da humanidade, construindo um texto explicativo, descreva-o e dê as principais características de cada sistema político/ideológico antagônico que se apresentava naquele instante:
3) Explique como os EUA se envolveram, de forma perigosa, com Irã, Iraque, Osama Bin Laden e a Al Qaeda:
4) Faça um breve histórico que explique o envolvimento da Alemanha nos conflitos mundiais e as consequências para sua população:
5) Após a análise feita em sala de aula, busque justificar o papel dos turcos-otomanos na descoberta de novas terras, durante o séc.XV: